
A Greenpeace realmente não tem medo de lançar campanhas atacando algumas das maiores marcas do mundo, como já vimos em relação a Kit Kat, BP, Facebook, Mattel e, mais recentemente, a Volkswagen.
Uma recente investigação da Greenpeace descobriu que um conglomerado de fábricas chinesas, que fornecem para multinacionais como Nike, Adidas, Puma, H&M, Lacoste e uma dúzia de outras marcas internacionais da moda, continua a poluir com químicos perigosos os principais cursos de água da China. Isto apesar de os compradores ocidentais insistirem que exigem aos seus fornecedores o cumprimento dos mais elevados padrões ocidentais. Infelizmente, estas instalações são apenas a ponta do iceberg. Em muitos países, produtos químicos perigosos estão sendo liberados em nossas vias navegáveis preciosas, envenenando a nossa água e ameaçando as pessoas e a vida de animais.
Duas gigantes, Adidas e Nike, foram as escolhidas para uma nova campanha da Greenpeace, chamada DETOX, onde pretende lançar um desafio para essas marcas.
Assim como qualquer um de seus atletas campeões e superstars que às vezes têm tropeçado na carreira ou enfrentaram situações e decisões difíceis, essas grandes marcas têm uma escolha. Eles podem ver esta notícia como um obstáculo, e tentar ignorá-lo, ou podem vê-lo como uma oportunidade para voltar mais forte do que nunca, e trabalhar com seus fornecedores para eliminar o lançamento de produtos químicos tóxicos em nossas águas.
A ideia é ver qual marca irá tomar a atitude certa primeiro. Detox é uma campanha que é alimentada por comerciais paródias e linguagens de comunicação utilizadas por essas grandes marcas, finalizando com o recente slogan da Adidas: Are you all in?
Vale a pena o clique! Nike vs. Adidas.

O Greenpeace mais uma vez surge com uma de suas campanhas provocando indústrias que vão contra o ecologicamente correto. Há alguns dias atrás, uma nova campanha global resolveu alertar sobre a Volkswagen, pedindo para que você faça parte dessa rebelião, e levando-a para longe do “lado negro da força”.
Pensando em viralizar o conteúdo da campanha, os caras resolveram lançar uma paródia do comercial “The Force“, sucesso no Super Bowl 2011 e que ganhou um Leão de Ouro em Cannes desse ano (no YouTube o vídeo já conta com mais de 40 milhões de views). A ideia é mostrar que, apesar de a imagem verde que gosta de retratar, a VW está no coração de um grupo de empresas que vão contra novas leis que o Greenpeace apoia para reduzir as emissões de CO2, reduzir o uso de petróleo e proteger locais como o Ártico das mudanças climáticas.
Apenas uma rebelião pode pará-los – uma massa de pessoas de todo o mundo exigindo que eles mudem. E o Greenpeace precisa de você para fazer parte dessa rebelião. Join the rebelion: www.vwdarkside.com. A campanha contará com o suporte de algumas mídias outdoors em 14 países, incluíndo China, Canadá, EUA, Reino Unido, Alemanha e França.
Confira outras campanhas polêmicas do Greenpeace.

Esses gostam mesmo de uma boa briga. Em uma campanha iniciada em Fevereiro, o Greenpeace busca forçar o Facebook a modificar sua estratégia de energização do novo data center em Prineville, Oregon, com energia renovável, em vez de carvão.
Chamada “Unfriend Coal” (“desamigar” carvão), a campanha já conseguiu cerca de 600.000 assinaturas de usuários da rede, fazendo com que o Greenpeace enviasse uma carta para o Presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, solicitando que a maior comunidade social do mundo desista da energia térmica de carvão em seu novo data center em Oregon.
Kumi Naidoo, diretor executivo do Greenpeace, escreveu na carta: “Outras companhias que utilizam o Cloud Computing enfrentam escolhas e desafios semelhantes aos seus quando projetam seus data centers, mas muitas têm feito investimentos mais inteligentes e limpos.” Ele cita o recente acordo do Google, para comprar energia eólica da NextEra Energy, pelos próximos 20 anos, para alimentar seus data centers.
O Facebook já respondeu à ONG pela voz de Barry Schnitt, diretor da política de comunicação da rede social. O responsável garante que o plano da nova sede tem em consideração a utilização da energia de forma eficiente. No entanto, Barry Schnitt não deixa de referir que o Facebook, tal como as outras empresas, não consegue controlar todas as fontes de energia que utiliza. O Facebook ainda disse ao Greenpeace para “arrumar primeiro sua própria casa”.
Tal provocação se deve ao fato do Greenpeace ter admitido que parte das operações de seu próprio web hosting são instaladas em data centers alimentados primariamente por carvão e energia nuclear. O grupo de defesa ambiental diz compensar todo o consumo energético aplicado na alimentação de seu principal servidor, em Amsterdã e aplicar energia renovável sempre que possível, incluindo a energia eólica para boa parte de seus servidores em Washington.
Mas o Greenpeace afirma que, desde o anúncio inicial, o Facebook sinalizou um acordo para compra de energia da PacificCorp, que utiliza 83% de carvão em seu mix de fontes energéticas. A PacifiCorp, todavia, afirma que esse número é menor, cerca de 58% entre o gás natural (20%), hídrico (10%) e energia renovável (10 %). O Greenpeace ainda diz em sua carta que o Facebook planeja dobrar o tamanho de seu data center, o que significa duas vezes mais consumo energético e duplicação do consumo de carvão.
Entre toda essa briga, saiu um vídeo bacana, que vale a pena ser visto.

Que o Greenpeace gosta de chamar a atenção do mundo com os seus vídeos, isso a gente já sabe. Recentemente tivemos a briga vs. Kit Kat, o Flash Mob Nuclear e até mesmo uma simulação de vazamento de óleo em frente da BP, aqui em SP.
Agora vai mais um vídeo que busca gerar um certo buzz online, utilizando de uma das coisas que mais chamam a atenção: mulher nua. A coisa toda é bem bizarra e traz a ideia de que é preciso salvar as florestas de nosso planeta. Ou seria de nossas mulheres, deixando-as em suas formas naturais, selvagens e, por que não, sem censura?
Se ao menos os caras se preocupassem em fazer ações inteligentes como essa que vimos… Mas tá valendo!
Get it wild and uncensored (like women?)
via
UPDATE
Putz, acabei de receber a dica do leitor @commintomylife, do blog JeDblogk, mostrando que o Greenpeace também fez uma versão com um HOMEM… Agora sim a coisa ficou bizarra!

Ativistas do Greenpeace simularam um vazamento de óleo em frente à sede da BP, na capital paulista, em protesto contra o desastre ambiental provocado no Golfo do México pela explosão de uma plataforma de petróleo da empresa no dia 20 de abril. A simulação, que utilizou 4 barris cheios com uma substância preta (uma mistura de farinha com tinta não tóxica e lavável), nem de perto chegou ao tamanho do vazamento provocado no poço operado pela BP.
Segundo dados do governo dos Estados Unidos, o acidente liberou o equivalente a 5 milhões de barris de petróleo no Golfo do México, paralisando a pesca e o turismo no litoral de 4 estados americanos e causando danos ainda incalculáveis a ecossistemas costeiros e marinhos na região. O número oficial, ainda não auditado por fontes independentes, é suficiente para transformar o vazamento da BP no maior da história e serve para lembrar dos riscos que o mundo corre para continuar a saciar a sua sede por combustíveis fósseis.

Simplesmente fantástico esse flash mob realizado pelo Greenpeace para alertar sobre um perigo na Suiça: a energia nuclear.
Cerca de 100 ativistas participaram da ação, que simulavam serem vítimas de um suposto acidente nuclear no coração de Zurique. Uma ação fantástica, com quase nenhum custo e uma visibilidade com proporções enormes. A ação contou ainda com paineis instalados em lugares estratégicos simulando uma suposta área afetada por radiação.
Através do site www.electricitesure.ch a ação ainda busca mostrar os riscos que o país sofre por ainda depender de energia nuclear.
Fonte: Quietglover

Enquanto a WWF lança uma bela animação, o Greenpeace resolveu mostrar a sua parte durante o Earth Day e apostar em um vídeo chamado “Give Earth A Hand”, que começou a tornar-se viral e é agora o 2º video mais visto nas últimas 24 horas.
Bem, não é só por causa de ser relativo ao Dia da Terra, uma vez que há outros videos com essa temática, e que nem por isso se tornaram virais. Este é particularmente bom, com um conceito mais artístico e uma mensagem interessante e muito bem executado.
Até agora já são mais de 250.000 visitas em apenas 2 dias, mostrando mais uma vez como uma campanha de marketing viral pode ser usada não somente para uma marca ou produto, mas também para passar uma mensagem de consciência para o mundo.
A direção é de Daniel Bird. Os créditos completos do vídeo podem ser vistos aqui, e fotos da produção aqui.

Lá vem o Greenpeace com mais uma de suas campanhas chocantes contra alguma marca.
A marca da vez é a Kit Kat, da Nestlé, que utiliza oléo de palma de companhias que estão acabando com as florestas da Indonésia, ameaçando todas as espécies da fauna e causando a extinção dos orangotangos do local.
Utilizando o famoso conceito “Have a Break?” da Kit Kat, o Greenpeace lançou um vídeo pra lá de bizarro, pedindo para que o mundo se informe sobre toda a situação e que a própria marca ‘dê um tempo’ para as florestas. Maiores infos no site www.greenpeace.org/kitkat
























