
Cada vez mais o termo orgânico e free range faz parte do vocabulário das pessoas preocupadas com o seu bem estar e o meio ambiente. Free range significa ser criado ao ar livre. Para promover o consumo de ovos de galinhas criadas ao ar livre na Alemanha, a ONG Noah criou uma ação bastante chocante um pouco antes da Páscoa, em algumas das principais cidades alemãs.
Para demonstrar o mau tratamento dado a galinhas criadas confinadas, tratadas como verdadeiras máquina de pôr ovos, a organização que preza pela saúde dos animais e consequentemente dos seres humanos, instalou um vending machine onde cada divisão interna continha uma galinha viva.
Num primeiro momento, parecia mesmo ser uma vending machine de ovos, mas a medida que se aproximavam e liam a frase, os passantes entendiam o mote da campanha. Todas as galinhas eram de uma fazenda que produz ovos free range e foram liberadas após algumas horas de ação. Próximas à máquina, promotoras distribuiam flyers e vales desconto para a compra de ovos saudáveis, de galinhas tratadas de forma adequada e em liberdade.
A criação é da Publicis, de Frankfurt, na Alemanha.

Mais uma disputa homem contra máquina chega ao horário nobre da TV: nos Estados Unidos, o supercomputador Watson, da IBM, vai competir com dois supercampeões do programa de perguntas e respostas “Jeopardy!”, com duas partidas por dia a partir do dia 14 de fevereiro.
O prêmio principal da competição de “Jeopardy!” é de US$ 1 milhão, seguido por US$ 300 mil para o segundo colocado e US$ 200 mil para o terceiro. Watson, batizado por conta do fundador da IBM Thomas J. Watson, é um sistema computacional criado para competir com a capacidade humana de responder com velocidade, confiança e certeza “questões feitas com linguagem natural”. Ele também é uma demonstração de que a IBM, que chega aos 100 anos em 2011, deseja se manter na vanguarda da tecnologia, ainda que companhias como Google e Apple se tenham tornado as líderes do setor em termos de popularidade.
A IBM diz que o formato do “Jeopardy!” – que envolve perguntas sobre cultura pop, literatura, ciências, esportes, geografia e temas gerais – “fornece o desafio definitivo, já que as pistas do jogo envolvem analisar ironia, conteúdo sutil, charadas e outras complexidades de linguagem que os humanos dominam e os computadores tradicionalmente não”.
A IBM disse à agência Reuters que a capacidade de compreender a linguagem humana faz do Watson uma máquina muito mais desenvolvida que o Deep Blue, o supercomputador da empresa que derrotou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov em uma série de partidas em 1997.
Watson respondeu corretamente questões sobre Agatha Christie e a cidade de Jericó. A máquina venceu a primeira parte do teste, ganhando US$ 4,4 mil. Independente da sua colocação, a IBM vai doar 100% dos prêmios recebidos por Watson. Os concorrentes do supercomputador são Ken Jennings, que já venceu 74 partidas seguidas de “Jeopardy!” entre 2004 e 2005 e faturou mais de US$ 2,5 milhões, e Brad Rutter, o maior vencedor de prêmios do game na história (mais de US$ 3,2 milhões) em diversos anos de competição. Rutter e Jennings vão doar 50% dos seus prêmios para instituições de caridade.
IBM Watson: Man vs. Machine on Jeopardy!

No começo desse ano a Coca-Cola apresentava ao mundo a sua Happiness Machine, uma vending machine transformada de forma a arrancar sorrisos das pessoas que a utilizavam, e trazendo vida ao conceito “Open Happiness” utilizado pela marca.
Agora a tal máquina foi testada em estudantes britânicos. O projeto foi filmado em uma universidade em Londres durante dois dias. O resultado são muito mais sorrisos e um vídeo, criado pela Lexis PR, que tem tudo para se tornar um viral de sucesso. De novo.












