
Uma propaganda polêmica sobre a obesidade infantil recentemente tem sido comentada em vários blogs e sites do mundo todo. O comercial fala diretamente com os pais e tenta alertá-los sobre os perigos da falta de uma alimentação saudável.
“Você não injetaria drogas em seus filhos, então por que você os alimentam com isso?” é a frase que termina a propaganda referindo-se aos “junk foods” que as crianças comem diariamente.
Entitulado como “Break The Habit”, o filme foi feito especialmente para a internet e mostra uma mãe preparando heroína para injetar no braço do filho de cinco anos. No momento final, a droga se transforma em um suculento hamburger.
Intencionalmente controverso, o vídeo faz parte da iniciativa contra a obesidade infantil da agência australiana The Precinct Studios. De acordo com o diretor da agência, Henry Motteram, “os pais precisam ser alertados que se suas crianças são obesas, a culpa é deles em primeiro lugar”.
A campanha foi direcionada às redes sociais. Na página criada especialmete para o Facebook, são citados dados do The Medical Journal of Australia informando que uma em quatro crianças estão acima do peso ou obesas. A reação do público é variada, pelo teor dos comentários e críticas em blogs e no YouTube.
A estratégia lembra o filme do Physicians Committee for Responsible Medicine (PCRM), onde um cadáver segura um sanduíche do McDonald’s.

Esses gostam mesmo de uma boa briga. Em uma campanha iniciada em Fevereiro, o Greenpeace busca forçar o Facebook a modificar sua estratégia de energização do novo data center em Prineville, Oregon, com energia renovável, em vez de carvão.
Chamada “Unfriend Coal” (“desamigar” carvão), a campanha já conseguiu cerca de 600.000 assinaturas de usuários da rede, fazendo com que o Greenpeace enviasse uma carta para o Presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, solicitando que a maior comunidade social do mundo desista da energia térmica de carvão em seu novo data center em Oregon.
Kumi Naidoo, diretor executivo do Greenpeace, escreveu na carta: “Outras companhias que utilizam o Cloud Computing enfrentam escolhas e desafios semelhantes aos seus quando projetam seus data centers, mas muitas têm feito investimentos mais inteligentes e limpos.” Ele cita o recente acordo do Google, para comprar energia eólica da NextEra Energy, pelos próximos 20 anos, para alimentar seus data centers.
O Facebook já respondeu à ONG pela voz de Barry Schnitt, diretor da política de comunicação da rede social. O responsável garante que o plano da nova sede tem em consideração a utilização da energia de forma eficiente. No entanto, Barry Schnitt não deixa de referir que o Facebook, tal como as outras empresas, não consegue controlar todas as fontes de energia que utiliza. O Facebook ainda disse ao Greenpeace para “arrumar primeiro sua própria casa”.
Tal provocação se deve ao fato do Greenpeace ter admitido que parte das operações de seu próprio web hosting são instaladas em data centers alimentados primariamente por carvão e energia nuclear. O grupo de defesa ambiental diz compensar todo o consumo energético aplicado na alimentação de seu principal servidor, em Amsterdã e aplicar energia renovável sempre que possível, incluindo a energia eólica para boa parte de seus servidores em Washington.
Mas o Greenpeace afirma que, desde o anúncio inicial, o Facebook sinalizou um acordo para compra de energia da PacificCorp, que utiliza 83% de carvão em seu mix de fontes energéticas. A PacifiCorp, todavia, afirma que esse número é menor, cerca de 58% entre o gás natural (20%), hídrico (10%) e energia renovável (10 %). O Greenpeace ainda diz em sua carta que o Facebook planeja dobrar o tamanho de seu data center, o que significa duas vezes mais consumo energético e duplicação do consumo de carvão.
Entre toda essa briga, saiu um vídeo bacana, que vale a pena ser visto.

Um comercial divulgado nesta semana nos Estados Unidos tem promovido a ira da rede McDonald’s e, por extensão, de outras empresas globais de fast-food, atingidas pelo forte conteúdo da campanha.
Financiado pelo Comitê de Médicos para uma Medicina Responsável (PCRM, na sigla em inglês), sediado em Washington, o vídeo mostra um homem de meia idade, com excesso de peso, deitado sobre um leito de necrotério. Na mão direita, o recém falecido ainda segura um hamburguer parcialmente mordido.
A cena continua com os famosos arcos dourados do McDonald’s contornando os pés do personagem e uma frase claramente inspirada no famoso slogan da rede “I’m lovin’it” modificada para “I was lovin’it”. O vídeo termina com uma narração que diz, em uma tradução livre: “Colesterol alto, pressão alta, ataques cardíacos. Hoje à noite, adote o vegetarianismo”.
A campanha foi duramente criticada pela Associação Nacional de Restaurantes, que acusou-a de “irresponsável”, dizendo que foi uma “tentativa de assustar o público com uma visão ‘limitada’ da nutrição”. Um porta-voz do McDonald’s respondeu ao vídeo chamando-o de “ultrajante, enganoso e injusto com todos os consumidores do McDonald’s”.
A diretora de educação nutricional do PCRM, Susan Levin, manteve-se irredutível frente à indignação da empresa: “O McDonald’s é uma das maiores cadeias de fast-food do mundo. Seu nome e os seus arcos dourados são instantaneamente reconhecíveis. Estamos abrangendo, assim, todas os restaurantes fast-food quando falamos no McDonald’s”.
O comercial, que será exibido inicialmente na área de Washington, mas potencialmente em outras cidades dos EUA, vem em meio a um debate cada vez mais forte nos EUA sobre alimentação saudável, com enfoque principalmente na obesidade infantil. No Brasil, o debate americano desencadeou um estudo da Anvisa sobre a adoção de regras para restringir a publicidade de alimentos, dando início a um verdadeiro embate com empresas alimentícias e agências de publicidade.

Esse é o novo comercial do Kindle, que foi veiculado hoje nos EUA. E, apesar do ataque direto à tela de LCD cheia de reflexos do iPad, o que nos assustou foi a trilha sonora dos últimos segundos da propaganda no YouTube. Felizmente, foi apenas um problema de som.
Sobre o som: um porta-voz da Amazon deixou claro que, realmente, houve um problema de áudio. A versão original, sem a mudança de som que despertou sentimentos de satanismo por aqui, pode ser conferida clicando aqui.
Sobre a propaganda em si, bem, não é a primeira vez que a Amazon exibe por aí como o Kindle funciona bem sob luz solar direta, mas essa é a primeira que ataca diretamente o iPad. Apesar de acreditar que os dois são aparelhos estejam em categorias completamente diferentes, é preciso admitir que foi uma jogada esperta da Amazon em comparar os dois diretamente. Eles colocam seu produto – que é realmente o melhor no que faz – em confronto direto com competidores que fazem muito mais do que exibição de livros. Confiram abaixo:

Parece que esse ano alguns outdoors diferentes tem gerado um buzz enorme pela internet.
Já mostramos um outdoor com game interativo do McDonald’s, o outdoor esculpido na madeira da Frito Lay, o outdoor feito mais rápido no mundo e até mesmo um outdoor feito por abelhas. Agora chegou a vez de mostrar um outdoor que está gerando uma certa polêmica nos EUA.
Uma campanha para divulgar o filme “The Virginity Hit” tem causado um certo desconforto para grande parte da população e atraído a atenção de muitos. Trata-se um outdoor onde é possível ler a frase: Still a virgin? (Ainda é virgem?) Para ajuda ligue: 888-743-4335. O filme tem produção da Columbia e da Sony Pictures, responsáveis pela campanha de divulgação do filme.
O filme conta a história de três adolescentes que tentam fazer com que seu amigo Matt perca a virgindade ao mesmo tempo em que eles gravam tudo com uma câmera escondida. Então o que acontece se você ligar para este número? Há mensagens gravadas pelo elenco do filme que dão várias dicas humorísticas e em seguida informam o site oficial do filme.
O resultado foi um enorme sucesso: o tal número recebeu 70 mil ligações em apenas cinco dias.
As campanhas de marketing de guerrilha têm sido empregadas com muito sucesso nos EUA, principalmente com filmes de baixo orçamento, utilizando-se apenas da criatividade para se promover, sem nem ao menos possuir um elenco com astros e estrelas de Hollywood.
The Virginity será lançado primeiro em algumas cidades universitárias dos EUA no dia 10 de setembro, com uma maior distribuição já na semana seguinte. O filme foi escrito e dirigido por Huck e Andrew Botko, os mesmos escritores de The Last Exorcism (aquele mesmo dos orgasmos femininos!). Quem assina a produção é Will Ferrell e Adam McKay. Com um orçamento baixo para os padrões de Hollywood, custando apenas US$ 2milhões, o filme promete ser um grande sucesso ao usar a estética de documentário para esta comédia.
Confira o trailer após o jump. continua…

O Consumer Watchdog, um ferrenho grupo anti-Google vem fazendo sucesso na Web com um vídeo crítico à empresa. Até aí, tudo bem. A ironia é que o vídeo está hospedado no…YouTube, de propriedade da gigante de buscas.
O vídeo, chamado “Don’t Be Evil?”, faz parte da campanha ‘Do Not Track Me’ (“Não me rastreie”) e agora também é exibido na tela da Times Square, em Nova York, 36 vezes por dia. Ele faz críticas a Eric Schmidt, CEO do Google, citando algumas de suas declarações infelizes (como a famosa “Se você fez algo e não quer que ninguém saiba, talvez você não devesse tê-lo feito, em primeiro lugar”). Além disso, o grupo critica ferozmente a suposta invasão de privacidade promovida pelos carros do serviço de mapeamento Google Street View e outros serviços da empresa.
“O Google tem coletado uma quantidade enorme de dados pessoais, via redes Wi-Fi, por meio de seus carros do Street View, tornou público diversos contatos privados do Gmail com o Buzz e quer mudar as regras de neutralidade da rede, unindo-se com a Verizon, para cobrar pedágio na Internet”, declarou John M. Simpson, um dos líderes do Consumer Watchdog, no blog do movimento.
O grupo também iniciou uma campanha junto ao Congresso norte-americano para que eles instituam a lista “Não me rastreie”, que manteria o Google afastado de nossos dados pessoais online, que podem ser obtidos por meio dos cookies. Além disso, o Consumer Watchdog divulgou uma recente pesquisa que mostra um forte apoio à proteção da privacidade na Internet, incluindo passos como: – a inclusão do botão “Anônimo” que permite a qualquer pessoa não divulgar seus dados durante buscas ou compras online; – fim da exigência do preenchimento de dados pessoais para menor de 18 anos e impedir que empresas na web rastreiem pesquisas ou informações pessoais de um internauta sem o consentimento do mesmo.

LYNX Lodge é um daqueles lugares que pode ser considerado um paraíso, pelo menos para os homens.
Estamos falando de um novo resort lançado pela LYNX (o AXE aqui no Brasil) que será inaugurado de verdade na Austrália, em Lake Macquarie, situado em New South Wales, nos subúrbios de Sydney.
Um lugar focado única e exclusivamente no público masculino e que está a todo vapor em busca de clientes homens, prometendo atender a todos os seus caprichos. A marca já apresenta o ambiente online, mostrando a sua equipe de funcionárias (que na verdade são modelos de cair o queixo) e tudo o que for preciso para que o internauta conheça a estadia perfeita do lugar.
O local diz oferecer aos seus hóspedes a oportunidade única de jogar golfe, vôlei, ou até mesmo pescar, tudo com o auxílio das gatas do lugar. No período da manhã, os homens podem receber café na cama e um “sexy wake-up” das funcionárias e, à noite, ainda podem assistir a wrestling na lama e tomar parte em um jogo de Twister com as modelos. Spa e massagens também estão inclusos.
Mas nem tudo são flores. Segundo a imprensa australiana, o tal lugar já está sendo acusado de ser sexista ao oferecer tais serviços. Enquanto muitos homens manifestaram entusiasmo com a ideia na página do “Lynx Lodge” no site de relacionamentos Facebook, alguns acusam o empreendimento de ser “machista” e de ser apresentado como um bordel.
Para entender melhor toda a polêmica, abaixo vocês conferem um comercial de TV que deixa qualquer homem louco. O resort deve abrir em novembro. O valor da diária ainda não foi divulgado.
E aí, vambora?
www.lynxlodge.com.au
Após o jump, confiram uma versão do vídeo considerada muito ‘picante’ para passar na TV.
continua…

Há um mês atrás a Dodge lançava o hilário comercial abaixo para promover o seu Tent Event, um evento realizado pela marca para vender seus veículos (tipo feirão de carros que temos no Brasil). Confiram o vídeo abaixo:
Após muita reclamação da organização PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), que defende os direitos dos animais, a Dodge teve que alterar seu comercial. Segundo Julia Gallucci, primatologista da organização:
“Most top ad agencies in the country won’t even consider producing an ad featuring a great ape these days given the well-documented abuse that young chimpanzees and orangutans suffer in the entertainment industry. This abuse starts when they are prematurely removed from their mothers and continues when they are trained to perform through savage beatings, denied even the most basic necessities, transported and housed in barren steel cages, and then discarded at seedy roadside zoos around the age of 8, even though they can live into their 60s. You won’t find a great-ape trainer without a history of Animal Welfare Act violations and a reputation for dumping animals when they’re no longer profitable. After watching a video narrated by Anjelica Huston about the use of great apes in entertainment, savvy ad agencies such as BBDO, Young & Rubicam, Grey Group, Draftfcb, and Saatchi & Saatchi made the compassionate decision not to exploit great apes in future ads. Dodge isn’t going to dodge a bullet on this one. It needs to pull the ad–and we’ve contacted the company asking it to do just that.”
Por mais que eu concorde que macacos utilizados no mundo do entretenimento muitas vezes são provenientes de ambientes onde sofrem maus tratos e tudo mais, tenho que admitir a boa tirada da W+K para a marca.
Pensando em tirar uma onda com toda a situação, a Dodge se saiu muito bem ao simplesmente alterar o vídeo para um macaco invísivel. Isso mesmo, um Invisible Monkey, e ainda alterou o texto final para o simples e perfeito “Unbelievable”. Hilário!

Para quem nunca ouviu falar, Smoothie são aqueles sucos servidos extremamente gelado (tipo as nossas conhecidas raspadinhas). Uma das marcas pioneiras nesse segmento é a cadeia Jamba Juice, com diversos sabores e que está há 20 anos no mercado, já contando com mais de 700 locais, entre lojas e quiosques, ao redor dos EUA.
Acontece que a marca começou a se sentir ameaçada pelas grandes redes de fast food, como o McDonald’s por exemplo, que começou a investir em Smoothies no seu menu. Foi aí que a Jamba Juice resolveu lançar uma campanha um tanto diferente, e por que não dizer, bizarra.
Pensando em mostrar que uma rede especializada em lanches não pode entender de Smoothies, a marca apresentou ao mundo o seu Jamba Juice Cheeseburger Chill Smoothie. Um mix bizarro de Smoothie com cheeseburger que embrulha o estomago de qualquer um.
Uma resposta muito bacana para as redes de fast-food, onde a marca pretende mostrar que entende do assunto e oferece mais de 30 sabores feitos com frutas naturais, sem nenhum sabor artificial.
A ação ganha ainda um site dedicado para toda a campanha, onde a marca pede para os clientes não ficarem preocupados, pois a Jamba Juice não está entrando no ramo dos lanches fast food, contando inclusive com um cupom de desconto que diz ser um bonus por não estarem produzindo o nojento Cheeseburger Chill Smoothie. Vale a pena conferir.
O diretor de arte Felix Sockwell diz ter se deparado com um verdadeiro pesadelo ao ver o logotipo da Copa do Mundo 2014 aqui no Brasil. Pensando em mostrar as várias coisas erradas sobre essa marca, mas seguindo ainda a mesma ideia (que ele diz estar ‘OK’), o cara resolveu redesenhar a aberração. O resultado? Uma proposta muito (mas muito mesmo) mais agradável.
E aí, o que acham?

dica do @alarcao

Todo comercial que envolve questões raciais costumam causar uma certa polêmica e trazer o assunto de racismo à tona. E esse do chocolate Whittaker, da Nova Zelândia, não poderia ser diferente.
Não posso falar nada para não perder a graça, mas o vídeo promove um chocolate negro por fora e branco por dentro. Enfim, tirem suas próprias conclusões. A criação é da Assignment, de Auckland, com produção da Curious Film e direção de Darryl Ward.
Whittaker’s Chocolate Lovers
Confiram o making of após o jump. continua…












